"Smiling in the Darkness", de Adelaide Freitas

16.00

"Muitas pessoas de descendência portuguesa orgulham-se de afirmar que a palavra "saudade" é intraduzível. Na realidade, aproximamo-nos com uma fusão de nostalgia agridoce, saudade de osso, e um anseio sem fim por aquilo que nunca mais se pode ter – ou, na verdade, nunca se pode ter tido. Adelaide Freitas mergulhou a sua caneta em saudade para contar a separação familiar e os laços que nunca se soltam. Na sua autêntica voz açoriana, ela narra a experiência imigrante e os impulsos centrífugos que forçam as pessoas a separarem-se apesar do seu desespero a agarrarem-se umas às outras. Na sua interpretação sensível, os tradutores captaram as nuances do romance de Freitas Sorrindo na Escuridão, com especial cuidado para com aqueles que têm a sua língua nativa na sua herança e saudade sincera pela sua perda". Anthony Barcellos

ING

"Many people of Portuguese descent are proud to claim that the word "saudade" is untranslatable. In reality, we approach it with a fusion of bittersweet nostalgia, bone-deep longing, and a never-ending longing for what you can never have again – or, indeed, could never have had. Adelaide Freitas dipped her pen in nostalgia to tell of family separation and the ties that never let go. In her authentic Azorean voice, she narrates the immigrant experience and the centrifugal impulses that force people to separate despite their desperation to cling to each other. In their sensitive interpretation, the translators have captured the nuances of Freitas' novel Smiling in the Dark, with special care for those who have their native language in their heritage and sincere longing for its loss." Anthony Barcellos